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Uma moradora de Rio Grande da Serra passou mal em sua casa por volta das 22h00min da última sexta-feira (21). Seu marido decidiu ligar e pedir o apoio de uma ambulância para que viessem em sua residência e levar a mulher até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade.

Passados mais de 20 minutos, a ambulância chegou e fez o transporte da moça, que tem 35 anos de idade.

Segundo os familiares, após muita demora para ser atendida, ela passou com o médico, que receitou para a moça um soro junto de mais três medicamentos. Ao começar a ser injetado em sua veia, o marido dela percebeu que o soro estava vencido há mais de um mês, solicitando imediatamente que a medicação fosse interrompida.

Os enfermeiros foram indagados sobre estarem aplicando soro vencido nas pessoas, colocando a vida do paciente em risco. Segundo o esposo da vítima, um homem identificado como enfermeiro chefe teria justificado a situação com a frase: “Não há problemas injetar soro com vencimento de apenas um mês”.

A equipe do Diário de Ribeirão Pires entrou em contato com a Prefeitura de Rio Grande da Serra, que em primeiro contato se comprometeu a buscar informações sobre o caso para responder nossos questionamentos. No entanto, mesmo depois de diversos contatos por nossa equipe, o órgão não respondeu e ignorou nossos questionamentos.