Nesta quinta-feira (29), a Câmara de Ribeirão Pires aceitou o veto do prefeito Clóvis Volpi (PL), sobre PL (Projeto de Lei) que permitia professores e servidores da rede pública, consumirem alimentação escolar. De acordo com o Executivo, o plano precisa ser barrado parcialmente, pois não haverá aumento na produção de merenda.
Segundo a PL, de autoria do Anderson Benevides (Avante), os professores e servidores públicos poderiam consumir a alimentação oferecida aos alunos, no mesmo local e horário. Mas, o prefeito afirmou que a decisão obrigaria o maior abastecimento das unidades, o que não vai acontecer.
Além disso, para a prefeitura, os educadores precisariam aguardar que os alunos se alimentem para depois, consumirem a merenda. Dessa forma, Volpi alega que não haveria nenhum custo aos cofres públicos.
Uma lei federal proibia desde 2009 que os funcionários consumissem a merenda escolar. Porém, somente em 2017, após ordem do prefeito da época, Kiko Teixeira (PSDB), Ribeirão pires começou a adotar a regra.


