Segundo o prefeito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi (PL), o antigo gestor Kiko Teixeira (PSDB) deixou uma dívida em torno de R$ 11,5 milhões com os fornecedores de medicamentos no ano de 2020, que impede o município de adquirir novos remédios, usados para compor o kit intubação.
De acordo com o prefeito, a cidade não tem condições de comprar os remédios devido a dívida deixada pela gestão anterior. Nesse sentido, está aguardando que o Governo do Estado e Federal envie medicamentos do kit intubação.
Os principais casos são com seis fornecedores. A dívida com a Drogaria Popular de Rio Grande da Serra, localizada dentro de uma unidade da rede de supermercados Lourencini, por exemplo, ultrapassa R$ 1,9 Mi. Para a Medimport, são devidos R$ 795 mil. Com a Force Medical, o débito chega a R$ 588 mil; com a Dupac, R$ 249 mil; Biofac R$ 184 mil e Medi House, R$ 20 mil reais.
Segundo Volpi, técnicos da Prefeitura identificaram que nem todos os recursos enviados pelos governos federal e estadual, para o combate à Covid-19 foram utilizados. Dessa forma, o caso será levado ao Ministério Público. O prefeito também informou que irá pedir empréstimo de medicamentos em S.André, S.Bernardo e S.Caetano, pois há risco de desabastecimento em Ribeirão Pires.
Entramos em contato com o ex-prefeito Kiko Teixeira (PSDB), porém, ele não respondeu até a publicação desta matéria.


