O Supremo Tribunal Federal (STF) acaba de decidir manter o prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB) no cargo. O julgamento aconteceu de forma virtual na 2ª turma da corte.

O processo é referente a prisão do político, que ocorreu em maio de 2018 em decorrência da Operação Prato Feito, realizada pela Polícia Federal. A investigação apura ilegalidades não só com os contratos da merenda escolar, mas também com um possível pagamento de mensalinho a 21 dos 23 vereadores da cidade. Todos os parlamentares negaram o crime.

O recurso que pede o afastamento de Jacomussi foi solicitado pelo Ministério Público Federal (MPF). A liberação do prefeito da prisão e o retorno dele ao Paço foi deferida pelo relator do caso, o Ministro Gilmar Mendes ainda em 2018.

Novamente, o relator negou o pedido de afastar Atila e foi seguido pelo Ministro Ricardo Lewandowski. Edson Fachin e Carmen Lúcia foram a favor do afastamento de jacomussi. O Ministro Celso de Mello, que deveria realizar o desempate não votou no prazo estipulado, portando, de acordo com as regras da corte, é considerado que ele acompanhou o relator do processo, sendo portanto três votos a favor de Átila.