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Durante a sessão da Câmara de Ribeirão Pires, realizada na última quinta-feira (05), um dos itens da Ordem do Dia (lista que contém os assuntos a serem discutidos pelos vereadores), referente a disponibilização de assistência psicológica e social aos alunos vítimas de bullying nas redes municipais da cidade, causou discussão por conta de um engano em relação a um veto.

O projeto, apresentado pelo vereador Amigão D’Orto (PTC), havia sido vetado pelo vice-prefeito em exercício Gabriel Roncon (PTB) – na época prefeito interino -, que tinha entendido que seriam custos extras para a cidade, mas o veto foi revogado pelo próprio prefeito Kiko Teixeira (PSDB) quando ele voltou ao cargo.

Para a psicóloga Letícia Santinelli, os pais devem ficar atentos aos sinais que possam surgir nos filhos em decorrência do bullying: “Dores de cabeça, mudança no apetite, dores de estômago, alterações de humor repentinas, explosões de raiva e queda de desempenho escolar podem ser indícios de que uma pessoa possa estar sofrendo bullying”, alertou a profissional.

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No ambiente escolar, a psicóloga afirma que os professores precisam saber como identificar e separar uma brincadeira do real bullying e finaliza afirmando sobre a importância do desenvolvimento e implantação de programas de prevenção e minimização. “E importante que os pais e a escola trabalhem em conjunto para acabar com esse mal.”

Segundo o projeto, a assistência psicológica será realizada por meio da Secretaria de Saúde da cidade por uma equipe multidisciplinar de psicólogos e assistentes municipais, sem custos extras para a Prefeitura.