Em protesto contra a proposta da Reforma na Previdência e os cortes na educação anunciados pelo governo do presidente Jair Bolsonaro, sindicatos e centrais sindicais de todo Brasil estão convocando a população para se unir a uma greve geral a ser realizada na sexta-feira (14).

A greve que tem início previsto para zero hora de sexta-feira, tem participação confirmada de bancários e professores. Trabalhadores do sistema público de Transportes também confirmaram a adesão a greve, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) reforçou a participação dos trabalhadores dos sistemas rodoviário, metroviário e ferroviário de Grande São Paulo.

Porém, nesta quarta-feira (12), a Secretaria dos Transportes Metropolitanos do estado de SP conseguiu uma liminar (decisão provisória) da Justiça para barrar a greve do dia 14. Segundo a secretária, 80% dos funcionários do Metrô e CPTM devem trabalhar em horário de pico e 60% em horários de menor demanda.

O coordenador geral do Sindicato dos Metroviários, Wagner Fajardo, confirmou a paralisação e alegou que liminares sempre acontecem. “Nós decidimos fazer a greve e não podemos mudar uma decisão que a categoria já tomou. Liminar sempre tem. Estamos acostumados” relatou.