TSE coloca ponto final e mantém Dedé inelegível

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) colocou um ponto final e manteve a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) de Setembro de 2017, que condena Edinaldo de Menezes, o Dedé da Folha (PPS), a perda dos direitos polítcos pelo prazo de oito anos.
Na época, o relator do processo em segunda instância deu parecer favorável pela condenação de Dedé e foi seguido por todos os outros membros da corte. Segundo a acusação, o jornal da família de Dedé fazia diversas acusações contra o seu principal adversário à época, mas era “ameno” quando falava de Edinaldo.
De acordo com o Ministro relator do processo no TSE, Ademar Gonzaga, o ponto principal para a condenação do pepessista foi “a desigualdade no tratamento conferido aos candidatos, enaltecendo um enquanto denegria o outro, o que conduziu à conclusão pela ocorrência do uso abusivo dos meios de comunicação”.
Dedé já sofreu condenação parecida em 2004, quando se candidatou a vereador. Ele teria encartado material de campanha no mesmo jornal, que foi condenado neste atual caso. Edinaldo ficou inelegível entre 2004 e 2007, mas foi novamente considerado “ficha suja” em 2012, quando disputou o cargo de prefeito, no qual Saulo Benevides (PMDB) foi eleito.
Dedé não foi encontrado para comentar o caso.

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