Em entrevista especial de Dia das Mães, Izabela de 27 anos relata a força da maternidade real, os desafios da privação de sono e a importância da rede de apoio.

Foto: Arquivo pessoal
O primeiro Dia das Mães de Izabela de 27 anos tem um significado de renascimento. Com o pequeno Vicente nos braços há apenas 15 dias, ela conversou com a reportagem do Diário de Ribeirão Pires sobre as transformações profundas que a maternidade trouxe para sua vida. Entre o amor imenso e o frio na barriga de perceber que a vida mudou para sempre, Izabela destaca que a ficha ainda está caindo, mas a vontade de fazer tudo pelo filho é o que a move.
A escolha do nome Vicente foi uma decisão de vida, planejada desde a infância e prontamente aceita pelo noivo. Para ela, o nome carrega um simbolismo de conquista e determinação, características que ela precisou acessar logo nos primeiros dias de pós-operatório. “O que mais me surpreendeu foi a força que a gente nem sabe que tem. Eu nunca imaginei que fosse conseguir cuidar de um bebê e de mim mesma, tudo isso operada e com pontos”, revela.
Sobre a rotina exaustiva, Izabela confessa que a privação de sono — um de seus maiores medos antes da gravidez — tornou-se secundária diante do bem-estar do filho. A mulher que amava dormir deu lugar a uma mãe centrada e resiliente. “Ele me mostrou que não tenho controle sobre nada e só me resta ter paciência para seguir conforme as coisas fluem”, reflete sobre sua nova percepção de tempo e controle.
Izabela faz questão de ressaltar que não trilha esse caminho sozinha. Com uma rede de apoio que inclui o noivo, mãe, sogros e amigos, ela se sente privilegiada por ter mãos que a seguram enquanto ela segura a do pequeno Vicente. Para o futuro, seu desejo é simples e profundo: que o filho seja feliz, saudável e que saiba que sempre terá para onde voltar se precisar recomeçar.





