Caso Lorrany: Justiça decreta, novamente, prisão preventiva do principal suspeito

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Na última semana, a Polícia conseguiu na Justiça, decretar a prisão preventiva de Antonio Carlos da Silva Freire. O rapaz se tornou principal suspeito na morte da estudante de enfermagem, Lorrany Fernandes, de 19 anos. Ele é ex-namorado e último contato da vítima no dia de seu desaparecimento, em 20 de janeiro.

De acordo com as informações anteriores, a Justiça já havia decretado prisão temporária de Antônio por 30 dias, prorrogando para mais 30 posteriormente. A prisão preventiva é decretada quando há indícios ligando o suspeito ao crime, e com intuito de manter a proteção do inquérito. Bem como para impedir que o mesmo não atrapalhe o processo por meio de ameaças a testemunhas ou destruição de provas. Além disso, outro objetivo é impossibilitar sua fuga.

Segundo o Secretaria de Segurança Pública do Estado, o processo passou a ser apurado em sigilo na última quinta-feira (24). Ou seja, não poderão repassar mais detalhes sobre a investigação. O suspeito permanece no CDP (Centro de Detenção Provisória) de Santo André, na Vila Palmares.

Sobre o caso

A estudante Lorrany Fernandes saiu de sua residência no dia 20 de janeiro, sem avisar seus familiares. Testemunhas avistaram a jovem pela última vez em um ponto de ônibus na Rua Sergipe, na Vila Marquesa. Na época, imagens captadas por câmeras de segurança mostraram o momento em que a vítima pegou carona em uma moto vermelha, que pertence ao ex-namorado.

Após a realização de buscas com o auxílio de cães farejadores da Guarda Civil Municipal (GCM), os agentes encontraram o corpo em um local de mata. A confirmação da identidade ocorreu através das digitais. De acordo com a ocorrência, a causa da morte pode ter sido estrangulamento.

Logo após, Antônio se tornou o principal suspeito da morte da jovem. Nesse sentido, os agentes apreenderam uma camiseta, uma calça e um tênis utilizados por ele no dia do ocorrido. Apesar de negar envolvimento no crime, os policiais apontaram contradições em seus depoimentos. Já durante as investigações, encontraram terra no tênis do rapaz, que era compatível com o local onde estava o corpo da estudante.