Reunião entre moradores e vereadora Fernanda Henrique discutiu a cobrança da Sabesp e problemas no saneamento básico do bairro

Moradores discutem cobrança considerada injusta. Foto: DiárioRP
Moradores da Rua Pietro Dunda, no bairro Vila Suely, em Ribeirão Pires, se reuniram no último domingo (20) para discutir a cobrança da taxa de esgoto iniciada pela Sabesp a partir de julho. A principal reclamação é de que, mesmo sem a rede coletora instalada no lado de baixo da rua, as contas passaram a incluir o valor do serviço.
Durante a reunião, acompanhada pela equipe do DiárioRP, os moradores relataram valores variados nas faturas: uma moradora afirmou estar pagando R$ 113, outra R$ 54, enquanto alguns recebem apenas a cobrança mínima. Para os moradores, trata-se da cobrança de um serviço inexistente.
A Sabesp afirmar que os imóveis precisam estar preparados para a conexão com a rede de esgoto, todos garantem já terem feito as adequações necessárias. Ainda segundo os moradores, o esgoto da Escola Municipal Monteiro Lobato também é despejado diretamente no ambiente, agravando a situação.
A vereadora Fernanda Henrique participou da reunião e se comprometeu a indicar uma comissão da Câmara de Vereadores para dialogar com a Sabesp, além de buscar o apoio de deputados estaduais, uma vez que a empresa é fiscalizada pelo Governo do Estado de São Paulo.
O DiárioRP recebeu outras reclamações semelhantes de bairros como Jardim Valentina, Ponte Seca, Quarta Divisão e Parque Aliança, indicando que a situação pode ser recorrente em diferentes regiões da cidade.
A reportagem questionou a Sabesp que em nota respondeu:


