Aprovado em junho deste ano, o projeto de lei do vereador Paulo César, o PC (MDB), que dispõe sobre a obrigatoriedade de idosos, mulheres grávidas ou com criança de colo e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida sobre todos os assentos do transporte público de Ribeirão Pires foi vetado pelo prefeito Kiko Teixeira (PSB). No entanto, o veto passa por apreciação do Legislativo para aprovar ou não a recusa sobre o projeto. Tramitando na Casa desde a semana passada, o veto do projeto segue se arrastando há duas semanas devido a pedidos de adiamento.

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Os dois adiamentos, na semana passada e na sessão ordinária da última quinta-feira (22), se deram por, segundo o líder de Governo dentro da Câmara, Amaury Dias (PV), buscar alternativas e conversas junto ao Executivo Municipal para a aprovação do projeto. Para o autor do texto, PC disse, na última sessão, que “falta clareza ao Executivo para aprovar o projeto, pois o mesmo é bom para a cidade e bom para todos”.

Para o Executivo, tornar todos os assentos preferenciais, fere a razoabilidade. “Apesar da boa intenção do parlamentar, que pretende adotar, com a propositura, a adoção de políticas públicas para promover o efetivo acesso daqueles que tem necessidades preferenciais, ela é desprovida de proporcionalidade e razoabilidade”, disse o prefeito Kiko na justificativa do veto.

O veto ao projeto volta para votação na Câmara na próxima quinta-feira (29), às 14h, caso não seja adiado novamente.