A Câmara Municipal de Ribeirão Pires acaba de aprovar as contas do ex-prefeito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi referentes ao ano de 2012. As contas já haviam sido votadas em maio deste ano e, a maioria dos vereadores, acatado a decisão do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), que declarou a ilegalidade das contas.

As contas do ex chefe do executivo, relativas ao ano de 2012 foram considerada ilegais pelo TCS-SP, que apontou diversas irregularidades realizadas pelo ex-prefeito. Em resumo, o relator do processo, Antônio Roque Citadini, apontou diversas falhas na prestação de contas de Clóvis. Segundo Citadini, por exemplo, o ex-chefe do Executivo deixou inúmeras situações que fazem com que as contas sejam rejeitadas. O não pagamento do IMPRERP (Instituto Municipal de Previdência de Ribeirão Pires), – responsável pelo pagamento da aposentadoria dos funcionários públicos -, nos meses de agosto e dezembro, e também a 2ª parcela do 13º, não ter pago a empresa Lara, responsável pela coleta de lixo, além da Apraespi, Eletropaulo e INSS (meses de Outubro e Dezembro e 13º). O relatório ainda apontou a dívida de quase 40 milhões deixada por sua gestão, além de falhas no fundo dos Bombeiros, não ter pago precatórias e aumentado as despesas da cidade no último semestre de mandato e uma acusação de um suposto esquema para desvio de dinheiro da Saúde.

Apenas os vereadores Anselmo Martins (PR), Arnaldo Sapateiro (PSB), Gê do Aliança (PSC), Prof Paulo Cesas (PMDB) Zé Nelson (PMDB), Silvino Castro (PRB), Banha (PPS) e João Lessa (PSDB) votaram pela absolvição do ex-prefeito na primeira votação. Desde então, Clóvis tentava manobras jurídicas para tentar anular a decisão e articulava entre os bastidores para que os vereadores trocassem de voto, o que conseguiu neste quinta-feira (23). hoje Votaram a favor de inocentar Volpi os vereadores Amaury Dias (PV), Anselmo Martins (PR), Arnaldo Sapateiro (PSC), Carlos Trindade (PPS), Danilo da Cas\ da Sopa (PSB), Edmar Aerocar (PV), Banha (PPS), Gê do Aliança (PSC), Paixão (PPS), Zé Nelson (MDB), Paulo César (MDB) e Rubão (PSD).