Saiba como funciona o Fundo Social de Solidariedade de Ribeirão Pires

O Fundo Social de Solidariedade recebe e distribui diversas doações para famílias e entidades sociais. Trabalha com o exercício da solidariedade educativa, criando programas e ações com o objetivo de resgatar da dignidade humana. Está localizado na Avenida Francisco Monteiro, (bairro) Santa Luzia — 2940. A gestão foi iniciada em março, e conta com oito cursos em andamento, em parceria junto ao Fundo Social do Estado, SENAI, SEBRAE e o Centro Paula Souza. Todos os cursos possuem o certificado no seu término, inclusive com a possibilidade de serem feito à distância como: manicure, elétrica, pedreiro, chocolateiro, etc. Chegando a 1300 alunos que foram formados

Continua após a publicidade.

“Trabalhamos com duas campanhas, a do Agasalho que ano passado foi arrecadado cerca de 50 mil peças, e neste ano esperamos aproximadamente 70 mil peças. Arrecadamos as doações e entregamos para entidades e famílias que comparecem no Fundo, temos 40 pontos espalhados pela cidade, são diversas peças, não só vestimento como outros acessórios. E a Campanha do Alimento, aonde recebemos as doações de pessoas e empresas, em seguida destinamos as entidades, procuramos não entregar para às famílias pois, quem trabalha diretamente é a Assistência Social. Os Centros de Referências de Assistência Social (CRAS) fazem um trabalho junto as famílias, diferente do Fundo Social que trabalha com as entidades, que são aproximadamente 15 em Ribeirão Pires”, ressalta Flávia Dotto.

O Festival do Chocolate do ano passado arrecadou aproximadamente 30 toneladas de alimentos, foram divididos para 64 entidades assistenciais e religiosas, que são pessoas que trabalham fazendo o melhor para às famílias. Trabalhando junto com a Secretaria de Assistência Social, foi inaugurada a Lojinha do Bem, voltada às famílias do CRAS. Hoje o Fundo Social está trabalhando com os três CRAS, Ouro Fino, Caçula e Centro de Referência no centro.

“As famílias são monitoradas por nós, elas precisam ter alguns critérios, para ganhar o que chamamos de “Moeda Social”, uma moeda que no CRAS eles distribuem para às pessoas com os seguintes critérios: vacinação, frequência escolar, participação das reuniões que existem do próprio CRAS, além de participar dos cursos de capacitação. Na Lojinha recebemos roupas também de doações, são roupas de excelente qualidade, em alguns casos até com etiquetas. As pessoas podem vir na Lojinha do Bem com a Moeda Social e gastar com roupas, brinquedos, sapatos, etc. Todas às quinta-feira no período da manhã e da tarde, cada período recebemos 10 famílias”, destaca Flávia Dotto.

O pedido é feito as empresas ou pessoas que tenham o interesse nas doações para o Fundo Social de Solidariedade e o destino será aos que estão precisando. Os cursos no Fundo Social são todos gratuitos abertos para qualquer pessoa, normalmente é divulgado nas redes sociais, as inscrições acontecem em julho ou dezembro assim as aulas começam em agosto e janeiro, duram em média 2 meses, com exceção ao curso de elétrica que em parceria com SENAI, dura aproximadamente 5 meses para adquirir o certificado.

“A procura é muito grande, não queremos quantidade e sim qualidade, no máximo 20 alunos por classe, mais ou menos 300 pessoas por semestres, através de uma lista de inscritos. Quem tiver interesse no final de julho vai começar às inscrições para turma de agosto”, finaliza Flávia Dotto.

Notícias relacionadas