Nesta segunda-feira (18), a cachorrinha comunitária de Rio Grande da Serra, Priscila, morreu após sofrer agressões. Ainda não há informações sobre o autor das agressões.
De acordo com as informações, moradores encontraram Priscila durante a madrugada, e chamaram a Protetora Animal, Cida Costa, que realizou o resgate. Segundo Cida, a cachorrinha ainda estava viva, mas morreu algum tempo depois. Ainda não se sabe ao certo o que ocorreu, mas acreditam que o animal tenha sofrido agressões com um pedaço de madeira.
Moradores da região lamentaram sobre o ocorrido nas redes sociais. Priscila foi a primeira integrante do Programa de Animais Comunitarios do município, e era considerada mascote da Prefeitura de Rio Grande. Ela participava de eventos, como inauguração do teatro, festas e palestras. O caso seguirá para o Minist[erio Público da cidade. Até o momento, não há informações sobre o responsável pelas agressões.
Caso Estopa
Segundo a ONG (Organização Não Governamental) OSCIP Ajudanimal, o caso é semelhante ao ocorrido com o cachorro Estopa (Estopinha), em abril de 2021. Na época, a Guarda Civil Municipal (GCM) de Ribeirão Pires, prendeu um homem acusado de agredir os animais da região.
O acusado agrediu Estopinha com um pedaço de madeira e chave de fenda. O animal chegou a ficar internado em estado grave, com trauma crânio encefálico, contusão pulmonar e teve um de seus olhos retirados.
Por fim, o homem teve prisão preventiva de 30 dias decretada. A punição para este crime é de 2 a 5 anos de reclusão, multa e proibição da guarda (quando o agressor for o dono). Caso o crime resulte na morte do animal, a pena pode ser aumentada em até 1/3.


