A ONG (Organização Não Governamental) Centro de Defesa dos Direitos Humanos, realizou uma denúncia ao Ministério Público, sobre possíveis irregularidades na movimentação de terra e retirada de mata em área de proteção ambiental, em um terreno localizado na Kaethe Richers, altura do número 2200, bairro Ponte Seca. Segundo o site Repórter Diário, a organização alega que a prefeitura autorizou a liberação da área para uma grande empresa realizar a construção de um “galpão de uso indefinido”.
De acordo com o site, o presidente da ONG, Fabrício Tavares, a organização acredita que houve a utilização de meios irregulares para a liberação da área e nem quem ou como conseguiram aprovar o empreendimento. Tavares também afirmou que um dia após enviar o ofício ao MP, visualizaram no local máquinas que realizavam a retirada da vegetação. “Não é possível que conseguiram liberar esta área sem nenhuma dificuldade” afirma Fabrício.
Já de acordo com a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), não há nenhum processo de licenciamento ambiental referente ao local. Além disso, afirmam que se trata de uma área de proteção de mananciais da Bacia Hidrográfica do Reservatório Billings. “Informamos que cabe ao órgão ambiental municipal o licenciamento e a regularização de ocupações na APRM-Billings em seu território”, afirma a companhia.
Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura não respondeu nossos questionamentos.


