Na última semana, a Justiça de Birigui condenou mais 10 pessoas investigadas na Operação Raio X, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado). A Justiça determinou penas de sete a 13 anos de prisão, mais pagamento de multa. Anteriormente, a Polícia Civil e o Ministério Público chegaram a cumprir mandados de busca e apreensão na sede da Secretaria de Saúde de Ribeirão Pires.
Nesse sentido, as investigações da Operação Raio X iniciaram em 2020, após fraudes em contratos e desvio de dinheiro na área da saúde. Na época, as prisões e buscas aconteceram em diversos municípios do Estado de S. Paulo, investigando integrantes de uma organização criminosa para desviar os recursos, por meio de superfaturamentos e serviços não executados, mediante emissão de notas frias.
De acordo com o Ministério Público, com a nova condenação, dois réus irão cumprir a pena em regime fechado. A Justiça também determinou a perda de bens em favor do Estado. Dentre eles estão sete veículos, um notebook, um celular, joias e quase R$ 1,6 milhões encontrados em posse dos condenados.
CEI Ribeirão Pires
Em dezembro de 2020, a Câmara de Ribeirão Pires chegou a aprovar a criação da Comissão Especial de Inquérito (CEI), para investigar as irregularidades. Por fim, a permissão da Comissão aconteceu após oito vereadores protocolar requerimentos propondo a realização das investigações.


