Foto: Divulgação/PMETRPO documentário revela a história de luta do povo Pataxó Hã Hã Hãe, tanto nas aldeias quanto em contextos urbanos, registrando episódios importantes da história indígena recente, como o assassinato do líder pataxó Galdino, primo da Cacica, em Brasília, em 1997.
Nascida em Ribeirão Pires e criada na cidade até o final da infância, Jaqueline se mudou com a família para a Bahia, onde vivenciou uma realidade completamente diferente da urbanização da Estância. Essa experiência formou sua identidade e a motivou a lutar pelos direitos indígenas.
“Este filme é uma forma de mostrar nossa resistência e nossa cultura para o Brasil e para o mundo. Queremos que todos conheçam a nossa história e respeitem nossa identidade”, ressaltou a Cacica Jaqueline Haywã.
Com 70 minutos de duração, a produção é uma realização da Charanga da Alegria, sob direção de Flávio Marin, em coprodução com Jaqueline Haywã, e contou com apoio do Programa de Ação Cultural (ProAC) e da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).
Além de Ribeirão Pires, o documentário será exibido em outras cidades do ABCDMRR e São Paulo, incluindo Santo André, Diadema, Rio Grande da Serra, São Bernardo do Campo e Mauá. Na Europa, estão previstas exibições em Lisboa e Berlim, em setembro de 2026.
O público pode acompanhar novidades do filme pelos perfis do Instagram: @jaqueline_haywa e @teatroendoscopia


