Programa Olho-Vivo será incorporado em mais quatros cidades do Grande ABC. A medida tem como objetivo distribuir e instalar Câmeras Operacionais Portáteis (COP) aos policiais militares que atuam nas atividades operacionais de 18 batalhões. O equipamento passou a ser utilizado em junho de 2021 e as gravações são ininterruptas. Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra serão contempladas.
Na região de Ribeirão Pires, desde o ínicio da semana os policiais militares receberam treinamento e estão utilizando as câmeras corporais, o que tem causado curiosidade quanto ao funcionamento do equipamento.
A medida alcançou as chamadas AISP (Áreas de Interesse da Segurança Pública) mais relevantes, áreas sob responsabilidade de Batalhões de diversas regiões da capital paulista, açém dos Batalhões de Ações Especiais de Polícia (BAEP) em São Bernardo do Campo, Sumaré, São José dos Campos, Campinas e Guarujá.
Nesse sentido, o programa expandiu-se por meio da distribuição de 7.000 novas câmeras. O processo está ocorrendo em três fases: a primeira, que teve início em 31 de janeiro com 2.539 COP, atendendo aos Batalhões das regiões central da capital, zona norte, zona sul, zona leste e as demais cidades citadas anteriormente. Bem como Batalhões que atuam na Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte (RMVael), Região Metropolitana de Campinas e de Santos.
A segunda, iniciada no final do mês de abril com a distribuição de 2.556 COP, atendeu Batalhões da região central, norte, sul e oeste. Além das cidades de Santo André, Guarulhos, Barueri, Santana de Parnaíba, Jandira, Embu das Artes, Taboão da Serra e Batalhões de policiamento rodoviário.
Já a terceira fase, prevista para iniciar no final do mês de agosto com 1.905 COP, atenderá zona leste e a região metropolina da capital (Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Diadema, além de Mairiporã, Franco da
Rocha, Cajamar, Francisco Morato, Caieiras, Itapecerica da Serra, Embu- Guaçu, São Lourenço da Serra, Juquitiba, Itapecerica da Serra).
Ao final dessas três fases toda capital e região metropolitana deverão ser alcançadas pela implantação do Programa. O valor mensal pela utilização de toda a infraestrutura necessária para o funcionamento do sistema, composto por 7.000 câmeras, links de dados, roteadores, switches, espaço em nuvem ilimitado, licenças de software de custódia, acessórios das câmeras, docas para a recarga de bateria e a descarga de dados, SIM card com plano de dados para cada uma das 7000 câmeras (fato que permite acesso remoto e transmissão ao vivo) é de R$ 5,5 mi (aproximadamente R$ 786 por câmera/mês).


