As cidades do Grande ABC tem registrado um aumento na procura por atendimento médico e casos de pessoas com síndrome gripal. Os sintomas relatados são parecidos com os do vírus influenza H3N2 – nova cepa do H1N1. Até o momento, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra não registraram casos da doença, mas alegaram um aumento nos atendimentos.
De acordo com especialistas, a nova cepa é um subtipo da H1N1, que teve surto em 2019. Ela possui os mesmo sintomas sendo transmitida entre pessoas. Além disso, alegam que apesar das semelhanças, a H3N2 não possui ligação direta com o coronavírus, e sua letalidade é menor. No entanto, reforçam que pessoas menores de 5 e maiores de 65, grávidas, com doenças crônicas ou imunossuprimidos, fazem parte do grupo de alto risco de complicações causadas pela doença.
O município de Ribeirão Pires afirmou que não registrou casos do vírus na região, mas que houve um aumento de pacientes com síndrome gripal na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Santa Luzia. Nos últimos dias, o número aumentou de 250 para 375. Contudo, informaram que estão reforçando o atendimento na unidade para atender toda a demanda.
Já Rio Grande da Serra alega que houve um aumento e há casos suspeitos, mas que até o momento não existe uma confirmação. O paço também informou que irá aumentar a capacidade de atendimento da UPA e reforçar as orientações para os munícipes.


