Na última semana, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), divulgou um parecer técnico, sobre as mortes de peixes e aves, em uma região da Represa Billings, localizada em Rio Grande da Serra. O caso aconteceu em janeiro, e a suspeita era de que os óbitos ocorreram pelo despejo irregular de resíduos químicos na água.
Nesse sentido, a companhia coletou amostras da água e espécimes de peixes, em seis pontos de córregos e afluentes no município, logo após denúncias. Porém, a companhia constatou que os valores estão dentro do normal, não havendo relação com as mortes.
De acordo com a Cetesb, as mortes podem ter ocorrido por um deslocamento de terra, resultantes das obras de movimentação, causadas pelas chuvas na região. Dessa forma, podendo haver formação de grumos nas brânquias dos peixes, causando os óbitos por asfixia.
Na época, peixes e aves foram vistos com a pele encoberta por uma substância escura. Já outros, estavam apareceram apenas boiando na água. Além disso, pescadores da região relataram que o ocorrido não era natural. Por ter acontecido algo parecido antes, reforçou a suspeita de que havia resíduos químicos na água.
Dessa forma, a prefeitura acionou as seis empresas que atuam na região (Unipar, Transpetro, Braskem, Comgás, Qualical e Sabesp) logo após o ocorrido, para se posicionarem sobre o ocorrido.
Qualquer interessado, poderá consultar o processo na íntegra, após agendamento através do telefone 4821-2715, de segunda a sexta-feira, das 9h às 15h.


