De acordo com um estudo realizado pela Agência Nacional de Águas (ANA) juntamente com Ministério do Desenvolvimento Regional, aponta que Ribeirão Pires pode sofrer com falta d’água até 2035.

Segundo o relatório, cidades do ABC, tirando Rio Grande da Serra, constam no mapa de áreas com indícios de risco hídrico, ou seja, poderão não ter água suficiente ao longo dos próximos 16 anos para atender as demandas. No entanto, isso só acontecerá se nenhuma obra de saneamento for feita até lá para ampliar a produção.

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O documento leva em consideração a oferta de água do município, com base na fragilidade dos mananciais que encarregam do abastecimento nessas áreas e no potencial dos estoques de água. Além de Ribeirão, São Caetano e Mauá estão com riscos mínimos de oferta.

Mesmo com os reservatórios com índices acima da média registrada em 2015, quando uma crise hídrica assolou o Estado, a região poderá sofrer novamente com a falta de abastecimento devido à instabilidade hídrica de seus mananciais. Para combater o problema, o Plano Nacional de Segurança Hídrica prevê a realização de diversas obras nos próximos anos.