Como muitos sabem, o óleo de cozinha é um grande e conhecido vilão da poluição da água. A gordura, que não se dissipa facilmente, também causa prejuízos a rede de esgotos, especialmente nos dias de chuva, pois acaba impedindo a passagem da água nos encanamentos.
De olho no problema, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) – que atende municípios como São Bernardo, Diadema, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra –, realiza ações de educação e conscientização ambiental para comunidade.
A companhia está em processo de negociação com as prefeituras de São Bernardo e Diadema para implementar o Prol (Programa de Reciclagem do Óleo de Fritura). “Estamos levando esse projeto para o Grande ABC, mas já temos em funcionamento em diversas cidades atendidas pela Sabesp”, disse Hélio Rubens, assessor da diretoria metropolitana da companhia, que atende Capital e Grande São Paulo.
O objetivo do Prol é a minimização de impactos ambientais por causa do descarte incorreto de óleo de fritura no solo e nas águas. De acordo com dados da Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), atualmente, o Brasil produz 3 bilhões de litros de óleo vegetal comestível por ano.
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