
Na madrugada da última terça-feira (18), um homem, de aproximadamente 60 anos de idade, arrombou e roubou seis quiosques que ficam na Praça Central de Ribeirão Pires, próximos ao Banco do Brasil. O local, esquina da rua Miguel Prisco, abriga empreendimentos artesanais, tradicionais da cidade. Ainda não foi possível precisar o valor do prejuízo obtido na ação deste homem, mas segundo informações, produtos e dinheiro foram levados no roubo.
Uma publicação com imagens do assalto foi feita nas redes sociais. As câmeras de segurança capturaram o exato momento em que o senhor arromba um dos quiosques. A publicação em um grupo da Rede Social Facebook, já teve diversos compartilhamentos e causou revolta nos internautas.
O sentimento de revolta dos responsáveis pelos quiosques é ainda maior, por que não é a primeira vez que algo do tipo acontece. Segundo informações de Rodrigo Santiago, marido de uma das vítimas, alguns usuários de drogas, que rondam pelo local, já tentaram roubar os quiosques por diversas outras vezes.
“Antes a gente tinha a GCM aqui o tempo todo, viravam a madrugada aqui. Agora, não temos nada, nem com boletim de ocorrência nós temos retorno. Minha esposa, graças a Deus, não sofreu perdas por que desta vez não conseguiram arrombar o cadeado, mas as outras pessoas tiveram”.
– Disse Rodrigo.
A Prefeitura de Ribeirão Pires foi procurada pela nossa equipe de reportagem para comentar o caso, já que se trata de um local público. No entanto, o DiárioRP não recebeu nenhuma resposta do órgão público até o fechamento desta edição.
Atualização
A Secretaria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Ribeirão Pires, encaminhou nota, comentando o caso. Na resposta da Administração, fica claro que
“Em resposta ao questionamento referente ao arrombamento do quiosque, até o momento não chegou ao conhecimento da Segurança Pública.A Guarda Municipal não foi retirada do local. Ela efetua rondas com estacionamentos diuturnamente pelo local, porém, com as inaugurações da Base do Centro Alto, Parque Aliança e Vídeo Monitoramento, e ainda devido a exiguidade do efetivo, tiveram que distribuir para estes locais, pois os postos e videomonitoramento funcionam 24 horas.”
– Informou.


