Rio Grande da Serra beirando o caos

A situação em que Rio Grande da Serra se encontra é extremamente grave. A cidade está completamente perdida e beirando o completo caos. São questões básicas que não estão sendo atendidas no município. Os médicos não recebem seus salários, e por conta disso, fazem uma espécie de protesto, deixando de prestar atendimento médico completo, atendendo apenas urgência e emergência.

Além disso, por falta de pagamento à empresa responsável pela coleta de lixos na cidade, a Lara, o serviço está suspenso desde a última semana, gerando, no mínimo, um completo desconforto na cidade. Pior ainda é a falta de transparência por parte do Prefeito da cidade, Gabriel Maranhão (PSDB), que até agora não se pronunciou sobre o caso, deixando a população da cidade ainda mais desatendida e sem amparo.

Outro ponto que movimentou a cidade, foi uma ocupação que aconteceu na antiga UBS da Vila Conde, que já está abandonada há pelo menos três anos pela administração municipal. Os ocupantes, que pedem que o local seja reaberto como um Centro Cultural, encontraram a porta aberta quando chegaram no lugar. Além disso, diversos materiais hospitalares e de escritório estavam em completo abandono no local. Eram diversos computadores, impressoras, cadeiras e até um motor veicular guardados no local, que atualmente era utilizado como um depósito. Os integrantes da ocupação, pintaram as paredes e apagaram as pichações, limparam todo o espaço e se organizara, para pedir melhorias ao local.

O mais interessante de toda a história é que o prefeito chegou a aceitar conversar com eles. Marcou o encontro para às 10 horas da última segunda-feira, mas não compareceu a reunião. No entanto, enquanto os ocupantes estavam a espera do chefe do executivo, uma equipe da Prefeitura foi até o local para retirar todo o material que estava no local. Tarde demais! Tudo já estava documentado pela imprensa.

O que vemos em Rio Grande da Serra é um completo caos se instalando sobre toda a cidade, que há tempos pede socorro. De quem é a culpa? Deixo você, meu querido leitor, chegar sozinho a esta triste conclusão.

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