Hoje em dia, por conta de toda a situação negativa que vemos na política, aliás, não apenas na política, mas em todo o nosso país, temos um descrédito gigantesco pelas instituições e pelas pessoas.

É muito fácil ver que diversos brasileiros estão desacreditados com o nosso país, é onde surge o preconceito institucional. Um exemplo disso é na própria política. É raramente difícil ver alguém que confie em alguém que tenha algum cargo político. As pessoa simplesmente o intitulam de “ladrão” ou outros adjetivos ainda piores.

Aqui em Ribeirão, por exemplo, vemos o alto índice de rejeição às  eleições. Diversas pessoas deixam de votar ou simplesmente votam nulo ou branco, pois realmente não acreditam mais na política, não acreditam que algo possa mudar.

Eu sempre digo que sou um sonhador. Eu acredito fielmente em um mundo melhor. E, de passo em passo, eu procuro tentar melhorar um pouquinho, cada vez mais, as vidas que estão ao meu entorno, não me refiro aos meus amigos e familiares apenas, mas principalmente àqueles que não conheço. Eu posso estar errado e tomar um tombo muito grande, mas tenho certeza que pelo menos cairei lutando, não por mim, mas por todos nós. Por conta disso, sempre fui voluntário em ONGs e entidades, pois sei que ajudei a melhorar a vida de muitas pessoas que cruzaram o meu caminho, e tenho a maior satisfação disso.

Na política não é diferente, afinal de contas, é a política que movimenta todas as nossas vidas. O Brasileiro precisa apreender o grande valor que o voto tem, não podemos simplesmente entregá-lo de bandeja, afinal de contas, são nos erros que se aprende a acertar e as cicatrizes nos ensinam.

Está na hora de começarmos a acompanhar, de fato, e não apenas superficialmente, a vida de nossa classe política. Não é possível que joguemos a toalha e simplesmente deixemos ficar do jeito que está. Sinto sinais de melhora, podemos ver, no âmbito nacional, por exemplo, que várias frutas podres estão caindo. Vamos prestar atenção, nos unir, votar, cobrar, mas também saber esperar. Vamos mudar o nosso país, que tal?