Este mês é comemorado o Dia Internacional de Combate a Homofobia e Transfobia. Em Ribeirão Pires, uma lei do ex-vereador e atual Secretário de Gestão e Planejamento, Eduardo Nogueira (SD), oficializou a data na cidade.

A cada dia que passa, é possível ver que a questão LGBT está mais aparente na mídia e se tornando mais cotidiana na vida das pessoas. Não que isso tenha passado a existir apenas agora, sempre existiu! No entanto, a sociedade vem se demonstrando mais aberta a aceitar aquilo que é diferente algumas pessoas já estão acostumadas em seu cotidiano.

No entanto, é preciso lidar com extrema cautela sobre o tema. O Brasil é o país que mais mata homossexuais e transexuais em todo o mundo. Apenas nos últimos quatro anos, quase 2 mil pessoas foram assassinadas em nosso país apenas por serem gays ou transexuais, um número alarmante.

Chegando mais perto ainda de nossa realidade, aqui mesmo, em Ribeirão Pires, existem diversos casos de gays que são constantemente alvos de pessoas homofóbicas, sejam com piadinhas desnecessárias ou com palavras de baixo calão. Nesta semana mesmo, por exemplo, publicamos uma matéria em nosso site sobre um evento cultural que deve acontecer na Vila do Doce no próximo sábado (20), às 18h. A enxurrada de comentários idiotas e homofóbicos surpreendeu até a mim. É tanta ignorância, aliás, é burrice mesmo, em pleno século 21, as pessoas odiarem as outras apenas por conta do tipo de atração física que uma tem pela outra.

No entanto, a ciência explica! Estudos mostram que homofóbicos, na verdade são homossexuais enrustidos. O Departamento de Psicologia da Universidade da Georgia, nos Estados Unidos, colocou um pletismógrafo peniano, aparelho que mede o grau de excitação do pênis em diversas cobaias, o resultado foi que pessoas com pensamentos homofóbicos tiveram um considerável aumento do volume peniano, quando expostos a cenas sexuais entre gays, diferente dos não homofóbicos. Bastante revelador, não? A verdade é que pessoas homofóbicas não passam de gays enrustidos. Apenas pessoas completamente frustradas e que não conseguem se aceitar como são.